terça-feira, 9 de julho de 2019

Maior aeronave da Embraer


Maior aeronave da Embraer inicia demonstração mundial na China
2019-07-09 15:50:19portuguese.xinhuanet.com







Xiamen, 9 jul (Xinhua) -- O E195-E2, a maior aeronave desenvolvida pela fabricante brasileira Embraer, começou sua viagem de demonstração mundial no Aeroporto Internacional Gaoqi de Xiamen, na segunda-feira.
John Slattery, presidente e CEO da Aviação Comercial da Embraer, disse que o E195-E2, de corredor único, é "a aeronave ideal" para os crescentes negócios regionais e para suplementar as frotas atuais de baixo custo e de rotas principais.
A autonomia máxima dele é de 4.815 km com a carga completa de passageiros. As companhias aéreas podem escolher configurar a cabine em duas classes com 120 assentos ou uma classe única com até 146 assentos.


Guan Dongyuan, presidente da Embraer China, disse que, com a crescente demanda por viagem aérea nas cidades de segunda e terceira linha, a China adotou uma série de políticas para apoiar o desenvolvimento da aviação regional, criando um enorme potencial de mercado.
Em abril, o E195-E2 recebeu a certificação de tipo da Agência Nacional de Aviação Civil do Brasil, da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos e da Agência Europeia para a Segurança da Aviação.
Como um dos fabricantes líderes de jatos comerciais de até 150 assentos, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves desde sua fundação, em 1969.









terça-feira, 18 de junho de 2019

China lidera mercado mundial de veículos


China lidera mercado mundial de veículos elétricos, diz especialista
2019-06-18 13:46:41portuguese.xinhuanet.com






Nova York, 18 jun (Xinhua) -- A China segue na liderança do mercado mundial de veículos elétricos, com a venda de 1,2 milhão unidades no ano passado, respondendo por 56% do comércio total em termos mundiais, disse nesta segunda-feira um especialista do setor.
Neil Atkinson, chefe dos mercados de petróleo e divisão da indústria da Agência Internacional de Energia (AIE), anunciou os dados no relatório da agência "Petróleo 2019 - Análise e Previsões para 2024" em um evento realizado Centro de Política Global Energética da Universidade de Columbia.
Atkinson disse que as medidas políticas da China, especialmente as voltadas para melhorar a qualidade do ar nas áreas urbanas, dão suporte ao uso de combustíveis alternativos dentro do setor de caminhões e ônibus, que inclui os táxis e os veículos de entrega.
Ele acrescentou que o impacto da substituição dos combustíveis líquidos tradicionais por caminhões movidos a gás natural liquefeito e ônibus elétricos já havia sido observado.
"Está ocorrendo uma grande transformação na China", disse Atkinson, observando que a política adotada está causando importantes mudanças na estrutura das frotas de veículos do país asiático.
Ele fez um comparativo, apontando que há cerca de 500 mil ônibus elétricos na China, ante apenas algumas centenas nos EUA.
Em relação à demanda por combustíveis tradicionais, o relatório indicou uma queda na curva de crescimento sobre a demanda de petróleo na China, refletindo uma maior economia de consumo.
Atkinson analisou que o fenômeno se deu parcialmente por questões econômicas de curto prazo, mas que em grande parte foi catalisado por uma mudança de longo prazo na estrutura da economia energética da China.
A China está mudando seu foco de investimento na indústria pesada e no setor de construção, e está caminhando para uma economia voltada ao consumo, segundo ele.
O relatório anual realiza uma previsão de cinco anos da AIE sobre a procura e oferta, refinação e comércio mundiais do petróleo.
http://portuguese.xinhuanet.com/2019-06/18/c_138153026.htm

sexta-feira, 10 de maio de 2019

China, um gigantesco imenso


Indústria robótica espanhola quer estar no mercado chinês "a todo o custo", diz líder empresarial
2019-05-10 19:59:07portuguese.xinhuanet.com
Por Paul Giblin e Javier Ureta




Madri, 9 mai(Xinhua) - A indústria robótica espanhola está na vanguarda da tecnologia e produz produtos de alta qualidade, mas a China é um modelo que pode ajudar a Espanha a continuar avançando no setor, disse à Xinhua um líder do setor.
Além disso, a China é "um mercado muito interessante para nós e queremos estar lá a todo custo". Temos escritórios em Guangzhou, Beijing e Shanghai para ajudar nossa indústria de robótica a se firmar ali", disse Sonsoles Huidobro, chefe de Tecnologia Industrial do Instituto Espanhol de Comércio Exterior (ICEX).
Huidobro analisou o setor de robótica durante a Global Robot Expo 2019, que foi realizada no centro de exposições IFEMA em Madri, na quarta-feira e quinta-feira, atraindo mais de 12.000 visitantes durante os dois dias.
"O setor de robótica é uma área fundamental para a Espanha porque combina pesquisa e desenvolvimento e também proporciona valor agregado à nossa indústria", disse ela à Xinhua.
De acordo com os dados do ICEX consultados pela Xinhua, a Espanha já instalou mais de 35 mil robôs operacionais em diferentes setores.
O número de robôs na Espanha aumentou 6% em 2018 e já existem dois robôs por mil trabalhadores na economia espanhola.
O ICEX é uma agência do Ministério da Indústria, Turismo e Comércio espanhol que serve empresas espanholas para promover as suas exportações e facilitar a sua expansão internacional.
De acordo com Huidobro, 48% dos robôs operam na indústria automobilística, onde a Espanha é o nono maior produtor do mundo, fabricando 2.819.565 veículos no ano passado.
Apesar desta presença impressionante, ainda há margem para crescimento. De acordo com os números da Associação Espanhola de Robótica e Automação (AER), a Espanha está atualmente em processo de expansão, vendendo 3.900 robôs no exterior em 2018.
Os números da Espanha só são superados na Europa pela Alemanha, Itália e França, embora a China seja o líder mundial indiscutível.
A indústria de robôs industriais da China se desenvolveu rapidamente, com as vendas no ano passado aumentando quase 15%, segundo as últimas de um grupo de pesquisa chinês.
Um total de 156.400 robôs industriais foram vendidos na China em 2018, um aumento de 14,97% ano a ano, tornando o país o maior mercado mundial de robôs industriais por seis anos consecutivos, segundo a GGII, um grupo de pesquisa chinês sobre indústrias emergentes.
O gigantesco desenvolvimento das principais indústrias usuárias, como a automobilística, a fabricação de equipamentos de ponta e os aparelhos eletrônicos e elétricos, impulsionou as vendas de robôs industriais.
De acordo com Huidobro, isso significa que a Espanha pode aprender com o know-how chinês.
Ela também ressaltou que a robótica não só pode transformar a economia e as formas de trabalho, mas também pode ter um efeito positivo na sociedade.
"Este setor tem enormes possibilidades de transformar a sociedade para melhor, ajudando a melhorar a nossa qualidade de vida", observou.
A inteligência artificial e a aplicação de robôs foram os dois temas principais da Global Robot Expo.
"A sociedade tem muito medo que os robôs e a inteligência artificial ocupem o nosso lugar, mas a realidade é que eles podem nos ajudar muito, especialmente na tomada de decisões", disse à Xinhua o Gerente de Marketing da Global Robot Expo, Patrick Cyrus.

 Para ajudar a desenvolver a indústria robótica, o governo espanhol mantém o Centro para o Desenvolvimento da Tecnologia Industrial (CDTI), que é uma instituição pública criada para financiar projetos no setor.
"É um setor que está em desenvolvimento intensivo no país e o governo acredita que o CDTI é importante para ajudar a indústria a crescer", disse Pilar González, chefe do Departamento de Promoção Institucional do CDTI, à Xinhua.
González explicou que Espanha e China têm uma estreita cooperação bilateral graças a um programa conjunto para financiar os melhores projetos de robótica entre os dois países.
"Nós nos reunimos periodicamente para analisar em que queremos investir. Nossas relações com a China são fantásticas", disse ela, antes de prever um futuro brilhante para o setor.
"Há muitas universidades que incluem a robótica em seus cursos e que nos proporcionam muito talento. Estamos vendo o nascimento de uma geração de jovens empresas cuja vocação é trabalhar em robótica e inteligência artificial", acrescentou González.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Fronteiras


Trump recua de ameaça de fechar fronteira com o México

Por Roberta Rampton e Jeff Mason
04/04/2019










O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante reunião na Casa Branca, em Washington
© Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante reunião na Casa Branca, em Washington


WASHINGTON (Reuters) - O presidente norte-americano, Donald Trump, recuou nesta quinta-feira de sua ameaça de fechar imediatamente a fronteira sul dos Estados Unidos com o México, mas advertiu que pode impor tarifas às importações de carros do país vizinho a menos que este faça mais para deter os imigrantes ilegais e as drogas.

Trump causou pânico no empresariado dos EUA na sexta-feira passada ao dizer que provavelmente fecharia a fronteira nesta semana para lidar com um aumento no número de imigrantes da América Central, mas desde então recuou da ameaça.

Nesta quinta-feira, ele disse aos repórteres na Casa Branca que quer ver o México deter mais imigrantes na divisa sul, e deu um prazo para o país fazer mais para conter drogas ou enfrentar tarifas.

"Daremos um alerta de um ano a eles, e se as drogas não pararem, ou a maior parte não parar, colocaremos tarifas no México e em produtos – em particular carros. Tudo diz respeito aos carros", disse Trump aos repórteres.

Trump fez da extinção da imigração ilegal um dos pilares de sua campanha pela Casa Branca em 2016, prometendo construir um muro na fronteira para deter os imigrantes. Quando o Congresso recusou conceder o dinheiro para erguer o muro, ele declarou uma emergência nacional para redirecionar fundos de outros projetos.

Também nesta quinta-feira, ele disse que o noticiário dos últimos dias induziu o México a refrear o fluxo de imigrantes aos EUA e adotar outras ações para reduzir a pressão nos pontos de entrada do território norte-americano.

Trump planeja visitar a fronteira em Calexico, na Califórnia, na sexta-feira.

"Muitas coisas boas estão acontecendo com o México. O México entende que fecharemos a fronteira, ou eu vou colocar tarifas sobre carros", disse.

Separadamente, exportadores mexicanos disseram nesta semana que estão cogitando enviar seus bens aos EUA por via aérea para evitar uma fila de caminhões de oito quilômetros na divisa, resultado de o governo Trump ter transferido agentes federais das verificações alfandegárias para tarefas relacionadas à imigração.

Fabricantes de peças automotivas e equipamentos médicos estão entre as empresas mexicanas que estudam o transporte aéreo mais caro para evitar incorrer em penalidades por entregas atrasadas a clientes dos EUA ou ao fechamento de fábricas, explicou Luis Aguirre, presidente da câmara da indústria manufatureira mexicana, Index, na noite de quarta-feira.

(Por Roberta Rampton e Jeff Mason)


quarta-feira, 10 de abril de 2019

Embaixada do Brasil em Israel

Presidente se diz decidido a transferir Embaixada do Brasil em Israel
Proposta é mudar a representação de Tel Aviv para Jerusalém
Publicado em 08/04/2019 - 19:47
Por Agência Brasil Brasília 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (8) que mantém sua determinação de transferir a Embaixada do Brasil de Tel Aviv, em Israel, para Jerusalém. Porém, não disse quando definirá a mudança. Segundo ele, quer evitar confrontos e choques. De acordo com o presidente, as resistências vêm, sobretudo, dos palestinos e iranianos. “Não mudei de ideia, não”, disse o presidente durante entrevista à TV Jovem Pan. “Não queremos confrontar ninguém. ”
  O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante visita ao Muro das Lamentações na Cidade Velha de Jerusalém.
O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante visita ao Muro das Lamentações na Cidade Velha de Jerusalém. - Clauber Cleber Caetano/PR
Na viagem a Israel, encerrada na semana passada, Bolsonaro anunciou a instalação de um escritório de negócios em Jerusalém, destinado aos assuntos de ciências, tecnologia e inovação, além de comércio e economia.
Venezuela
Bolsonaro disse que, em caso de intervenção militar externa na Venezuela, irá consultar as áreas devidas para tomar uma decisão.“Se houver uma invasão lá, o que eu vou fazer? Vou ouvir o Parlamento e o Conselho de Defesa Nacional. ” Para ele, o caminho para pressionar o governo de Nicolás Maduro é o embargo econômico. “Não podemos deixar aquilo se transformar em uma nova Cuba ou Coreia do Norte. ” A crise na Venezuela, segundo o presidente, envolve solução militar. Para ele, as Forças Armadas garantem a sustentabilidade de Maduro no poder, pois há cerca de 2 mil generais no país que o apoiam. “Quem mantém o Maduro em pé é o Exército”, disse. Bolsonaro reiterou que os Estados Unidos  estão  na "vanguarda” em relação às medidas que devem ser adotadas na Venezuela. Ele lembrou que, durante seu encontro com o presidente norte-americano, Donald Trump, foi dito que “todas as possibilidades estão sobre a mesa”.
Saiba mais

Edição: Luiza Damé
DÊ SUA OPINIÃO SOBRE A QUALIDADE DO CONTEÚDO QUE VOCÊ ACESSOU.
Para registrar sua opinião, copie o link ou o título do conteúdo e clique na barra de manifestação.
Você será direcionado para o "Fale com a Ouvidoria" da EBC e poderá nos ajudar a melhorar nossos serviços, sugerindo, denunciando, reclamando, solicitando e, também, elogiando

sexta-feira, 22 de março de 2019

Conselho Europeu


Conselho Europeu analisa proposta britânica para adiar Brexit
Theresa May sugere prorrogar de 29 de março para 30 de junho
Publicado em 21/03/2019 - 07:06
Por Agência Brasil* Brasília

A primeira-ministra britânica, Theresa May, se dirige ao Parlamento para informar a ativação do Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia

O Conselho Europeu se reúne hoje (21) para analisar a proposta da primeira-ministra britânica, Theresa May, para adiar a saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit. May sugere prorrogar a data de 29 de março para 30 de junho. A discussão ocorre em meio a um clima de tensão e pressão contra a britânica.

Integrantes do Conselho Europeu criticam a proposta de May, que pede três meses de prazo para o Brexit, sem apresentar contrapartidas. A posição é vista com restrições e críticas entre os europeus.

A imprensa britânica notícia que há pressão, inclusive no Partido Conservador, para que May renuncie, caso a proposta do Brexit seja rejeitada pela terceira vez. Porém, a primeira-ministra resiste em convocar novas eleições. Na noite de ontem (20), ela fez pronunciamento na televisão para defender a proposta.
Pauta
A pauta de discussões do Conselho Europeu nesta quinta-feira é extensa com temas que vão de economia à educação e ao meio ambiente. Em debate, as relações dos europeus com a China, o aquecimento global e a evasão de crianças das escolas.  
Os 28 líderes da União Europeia devem discutir uma estratégia mais defensiva para a China. Na mesa, a possibilidade de suspender o acesso irrestrito que as empresas chinesas têm na Europa, mas que a China não conseguiu retribuir.
Paralelamente, o presidente da China, Xi Jinping, inicia viagem pela França e pela Itália nesta semana. Segundo o líder chinês, começa uma "nova era" nas relações com a Itália, esperando assinar um acordo em Roma para a Iniciativa do Cinturão e Estrada da China.
Há cinco anos, a União Europeia se comprometeu a cortar suas emissões de aquecimento global em 40% antes de 2030. Mas semana passada, o Parlamento Europeu votou para elevar a meta para um corte de 55% até 2030.
*Com informações da DW, agência pública de notícias da Alemanha.

   Edição: Talita Cavalcante