sábado, 30 de abril de 2016

Alta de preços na China


Preço ao consumidor da China sobe 2,3% em março
  2016-04-12 10:26:01  cri

O índice de preços ao consumidor (IPC) da China cresceu 2,3% em termos anuais em março, a mesma taxa de crescimento de fevereiro, segundo dados oficiais publicados nesta segunda-feira. 

O IPC, um importante indicador da inflação, caiu 0,4% em termos mensais, segundo um comunicado divulgado pelo Departamento Nacional de Estatísticas (DNE). 

Yu Qiumei, estatística do DNE, atribuiu esse crescimento do IPC em sua maior parte aos altos preços da verdura e da carne de porco. 

Em março, os preços da carne de porco subiram intensamente 28,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, contribuindo com 0,64 ponto percentual ao crescimento do IPC, enquanto os da verdura saltaram 35,8%, representando 0,92 ponto percentual no crescimento do IPC. 

Os preços dos alimentos registraram um aumento anual de 7,6%, enquanto a inflação não alimentar subiu 1% em março. 

Desde janeiro, os dados do IPC têm sido calculados com uma nova base comparativa que leva em conta novos produtos e serviços, refletindo uma mudança nos padrões de consumo. O reajuste baixou ligeiramente o peso dos alimentos, que representavam quase um terço no cálculo do IPC anteriormente. 

O índice de preços ao produtor (IPP), que mede a inflação no atacado, caiu anualmente 4,3% em março, após quedas de 4,9% em fevereiro e de 5,3% em janeiro. 

No entanto, o IPP subiu 0,5% na base mensal em março, o primeiro aumento mensal desde janeiro de 2014.
por Xinhua



Ataque contra hospital da Médicos Sem Fronteiras mata 30 pessoas na Síria
  • 28/04/2016 16h17
  • Aleppo, Síria
Da Agência Ansa
Pelo menos 30 pessoas morreram em um bombardeio do governo sírio contra um hospital da ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) em Aleppo, a segunda maior cidade do país.

O balanço foi divulgado pelo Aleppo Media Center, uma plataforma de jornalistas e fotógrafos do município, que está há seis dias sob ataque das forças do regime de Bashar al Assad. O número de vítimas ainda pode subir, já que há muitos civis gravemente feridos.

"Médicos Sem Fronteiras condena esse vergonhoso ataque, que atinge mais uma estrutura de saúde na Síria. Esse ataque devastador destruiu um hospital vital para Aleppo e que era também o principal centro pediátrico da área. Onde está a indignação de quem tem o poder e o dever de interromper esse massacre?", questionou Muskilda Zancada, chefe da missão da MSF no país árabe.

Desde novembro, pelo menos quatro estruturas da ONG foram bombardeadas, sendo duas delas na Síria, outra no Iêmen e uma no Afeganistão. A cidade e a província de Aleppo eram controladas pela Frente al Nusra, braço da Al Qaeda no país árabe, mas passaram a sofrer forte assédio das forças de Assad, apoiadas pela Rússia. 
Edição: Armando Cardoso