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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Um gigante em ação


China expressa vontade de trabalhar com todas as partes para continuar defendendo acordo nuclear iraniano

2018-08-03 19:49:55丨portuguese.xinhuanet.com





Cingapura, 3 ago (Xinhua) -- O conselheiro de Estado e ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, que está de visita a Cingapura, disse nesta sexta-feira que a China está disposta a trabalhar com todas as partes para continuar a defender o acordo nuclear do Irã.

Wang fez as observações ao se reunir com o ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, no âmbito da reunião de ministros das relações exteriores da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) e reuniões relacionadas.

Wang apontou que a possibilidade ou não de se continuar com a implementação do acordo nuclear do Irã, totalmente conhecido como a Plano de Ação Abrangente Conjunto (JCPOA, em inglês), despertou a atenção da comunidade internacional.

Ele avalia que isso traz um novo risco e representa um novo desafio para a situação no Oriente Médio.

"A China sempre sustenta a opinião de que o JCPOA é um pacto multilateral verificado e aprovado pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, de acordo com os interesses comuns de todas as partes e da comunidade internacional, que deve ser respeitado e defendido para manter a autoridade das Nações Unidas, a efetividade de acordos multilaterais e a credibilidade das regras internacionais", exaltou Wang.

Para este objetivo, a China está disposta a promover comunicação e cooperação com todas as partes, incluindo o Irã, e fazer seu melhor para continuar a defender o acordo em um esforço para manter paz e estabilidade na região e no mundo em geral.

Por sua parte, Zarif disse que o Irã e a China são parceiros estratégicos e que a China desempenhou um importante papel na elaboração e implementação do JCPOA.

O Irã está disposto a continuar a defender e implementar o acordo e continuar a trabalhar com as partes envolvidas, incluindo a China e os países europeus, disse o ministro das Relações Exteriores iraniano.


10ª Cúpula dos BRICS é um sucesso: oficial do governo da África do Sul
2018-08-03 14:19:50丨portuguese.xinhuanet.com
Pretória, 2 de agosto (Xinhua) -- A recém encerrada 10ª. Cúpula do BRICS foi um grande sucesso, com muitos acordos e Memorandos de Entendimento (MoU, na sigla em inglês) sendo assinados, disse um funcionário do governo sul-africano.
A ministra de Relações Internacionais e Cooperação, Lindiwe Sisulu, assim afirmou à mídia em Pretória, na quinta-feira. A África do Sul sediou a 10ª. Cúpula dos BRICS, de 25 a 27 de julho, em Joanesburgo.
"Nós nos encontramos logo após a conclusão da 10ª Cúpula do BRICS, muito bem sucedida e histórica (...) Durante a cúpula, pudemos mostrar o tesouro deste país, que é o seu povo, que é, ao mesmo tempo, acolhedor e profissional em suas relações com nossos amigos de outros países ", disse Sisulu.
Ela mencionou que o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, recebeu seus homólogos do BRICS, do BRICS Plus e líderes africanos. Os líderes do BRICS abordaram questões que afetam o bloco e o mundo.
"Foi uma cúpula muito importante, que se posicionou contra ataques e multilateralismo de alguns países que se retiraram de compromissos de longa data. A Cúpula foi uma ocasião para os líderes do BRICS estarem no centro da formação de uma nova ordem global e centralizar uma nova ordem mundial com as Nações Unidas no ápice ", disse a ministra.
Ela afirmou que alguns Memorandos de Entendimento foram assinados pelos cinco países do BRICS. Estes incluem MoU sobre Meio-Ambiente e Parceria na Aviação Regional dos BRICS. Eles também assinaram acordo para o estabelecimento do escritório regional do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) para as Américas, em São Paulo, Brasil.
"Os líderes do BRICS apoiaram o estabelecimento de redes de parques científicos dos BRICS, incubadoras de empresas de tecnologia e pequenas e médias empresas", disse Sisulu.
Os líderes do BRICS também endossaram a criação do grupo de trabalho de turismo dos BRICS para aumentar o desenvolvimento econômico e as relações de pessoa a pessoa e aumentar ainda mais o turismo intra-BRICS. Eles também concordaram em estabelecer o grupo de trabalho dos BRICS na 4ª revolução industrial.
"O objetivo é aprofundar a cooperação do BRICS na digitalização, industrialização, inovação, inclusão e investimento, para maximizar as oportunidades e enfrentar os desafios decorrentes da 4ª Revolução Industrial."

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Salve BRICS


BRICS devem acelerar esforços coletivos para paz e desenvolvimento do mundo, diz China

2018-06-05 10:05:12丨portuguese.xinhuanet.com






Pretória, 5 jun (Xinhua) -- O conselheiro de Estado e ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, pediu na segunda-feira mais esforços coletivos dos cinco países do BRICS -Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul- para promover a paz e a estabilidade do mundo.

Wang fez o pedido na Reunião Formal dos Ministros de Relações Exteriores do BRICS, que foi presidida pela ministra das Relações Internacionais e Cooperação da África do Sul, Lindiwe Sisulu, e também contou com a participação do chanceler russo Sergei Lavrov, da indiana Sushma Swaraj, e do vice-chanceler brasileiro Marcos Galvão.

O principal tema da agenda da reunião é colocar as bases para a 10ª Cúpula do BRICS que será realizada em julho em Johannesburgo.

Em seus comentários, o chanceler chinês assinalou que neste século o mundo está passando mudanças sem precedentes.

Sob as circunstâncias, os países do BRICS devem demonstrar uma visão estratégica ainda mais ampla, esforços coletivos mais poderosos e uma vontade mais firme para assumir a responsabilidade de gerar mais bem-estar para as pessoas e dar uma maior contribuição para a paz e o desenvolvimento do mundo, disse.

Wang disse que o bloco do BRICS deve servir como motor poderoso do crescimento econômico mundial e oferecer uma força impulsionadora duradoura.

Os países do BRICS devem realizar esforços conjuntos para construir uma economia mundial aberta, opor-se ao protecionismo e unilateralismo comerciais e salvaguardar os interesses comuns e o espaço de desenvolvimento, disse.

Eles devem ser um pilar central de uma fortaleza que oferece um poderoso apoio fundamental à paz e estabilidade mundiais, enfatizou.

Em vista da situação atual, os países do BRICS devem aderir especialmente ao multilateralismo e defender os propósitos e princípios da Carta da ONU e manter a justiça internacional, disse.

Wang também pediu que os países do BRICS expandam os intercâmbios culturais e entre os povos, e promovam ativamente os intercâmbios e a cooperação com os mercados emergentes e países em desenvolvimento alheios ao BRICS, a fim de ampliar o círculo de amigos e fortalecer a influência e atração do BRICS.

Os participantes da reunião elogiaram os destacados avanços obtidos na última década da cooperação do BRICS e a importante contribuição da China para a cooperação do BRICS depois de servir como presidente no ano passado.

Sendo que o panorama internacional passa por mudanças complexas, disseram os participantes, os países do BRICS devem reforçar ainda mais a coordenação e a cooperação, aprofundar a parceria estratégica, aderir ao multilateralismo, opor-se ao unilateralismo e protecionismo e manter as normas fundamentais das relações internacionais.

Também prometeram esforços integrais para apoiar e coordenar-se com a África do Sul nos preparativos para a 10ª Cúpula do BRICS a fim de garantir seu êxito.


domingo, 10 de setembro de 2017

Avançando com a China



(Cúpula do BRICS) Presidente chinês compartilha visão sobre nova "década dourada" do BRICS
2017-09-04 13:49:53丨portuguese.xinhuanet.com




O presidente chinês Xi Jiping faz um discurso na cerimônia de abertura do Fórum de Negócios do BRICS em Xiamen, província de Fujian, no sudeste da China, em 3 de setembro de 2017. (Xinhua/Ju Peng)




Xiamen, 4 set (Xinhua) -- O presidente da China, Xi Jinping, compartilhou sua visão para a cooperação no bloco BRICS, que segundo ele entrará na segunda "década dourada" se os mercados emergentes trabalhem juntos para superar os desafios de fraco crescimento e ameaças à paz mundial.

Xi fez estas declarações no domingo no discurso inaugural na abertura do Fórum de Negócios dos BRICS, na cidade costeira de Xiamen, na Província chinesa de Fujian.
Xi refutou a afirmação de que o BRICS está perdendo brilho.

O presidente chinês disse que apesar das dificuldades que causam reveses no crescimento, os países BRICS "confiam plenamente" no seu potencial de crescimento e na perspectiva futura.

BENEFÍCIOS TANGÍVEIS
Xi disse que a década passada presenciou o avanço dos países BRICS na busca pelo desenvolvimento comum. Seu Produto Interno Bruto (PIB) combinado cresceu 179%, o comércio aumentou 94% e a população urbana aumentou 28% durante o período.

O desenvolvimento dos países BRICS na década passada gerou benefícios tangíveis para mais de 3 bilhões de pessoas.

Xi disse que três importantes práticas de valor compartilhado devem ser continuadas: tratar-se a si como iguais, procurar uma cooperação orientada aos resultados e ter em mente o bem-estar do mundo.

"O diálogo sem confrontação e a parceria sem aliança" é como Xi resumiu em uma frase simples o princípio da cooperação.

O mandatário disse que o mecanismo obteve um crescente apoio e se tornou em uma energia positiva na comunidade internacional.

ENFRENTAR OS DESAFIOS
Xi insistiu que os países do BRICS criem um novo ímpeto de crescimento e continuem melhorando a governança econômica global.

"Não devemos ignorar os problemas que surgem na globalização econômica ou nos limitar a nos queixarmos sobre deles. Ao invés, devemos nos esforçar conjuntamente para encontrar soluções", opinou Xi.

O presidente disse que os países do BRICS devem promover a construção de uma economia global aberta, desenvolver a liberalização e facilitação do comércio e do investimento, construir novas cadeias de valor globais e reequilibrar a globalização econômica.

"Só a abertura gera progresso e só a inclusão realiza esse progresso", declarou Xi.
O longo caminho para a paz não está livre de obstáculos, afirmou o presidente, pedindo aos países do BRICS que contribuam e que desempenhem um papel construtivo no processo de solução dos problemas geopolíticos.

AUMENTAR O BOLO
O presidente chinês destacou que o desenvolvimento dos mercados emergentes e dos países em desenvolvimento não pretende "tirar o queijo de ninguém", mas "aumentar o bolo da economia global".

Nos últimos dez anos, a participação dos países do BRICS na economia global dobrou, e eles contribuíram com mais da metade do crescimento global.

Xi disse que mais mercados emergentes e países em desenvolvimento devem estar envolvidos porque o BRICS, como uma plataforma de influência global, não se diz respeito aos cinco países apenas.

Durante a cúpula de Xiamen, a China realizará o Diálogo de Mercados Emergentes e Países em Desenvolvimento, no qual os líderes do Egito, Guiné, México, Tadjiquistão e Tailândia se unirão aos líderes do BRICS para discutir a cooperação de desenvolvimento global e a colaboração Sul-Sul.

Xi disse que a abordagem "BRICS Plus" deve ser promovida para construir uma rede aberta e diversificada de parceiros no desenvolvimento do bloco.

AVANÇAR COM A REFORMA
Em relação à China, Xi disse que seu país fez a "escolha correta" de aprofundar a reforma e que avançará nela a grandes passos.

"A década passada não só presenciou um sólido progresso na cooperação do BRICS, mas também viu o desenvolvimento da reforma integral e da abertura na China e seu rápido desenvolvimento econômico e social", declarou Xi no fórum.

A China está dando uma contribuição cada vez maior à economia regional e global, acrescentou.

A Iniciativa do Cinturão e Rota, por exemplo, não é um instrumento para impor alguma agenda geopolítica, mas é uma plataforma para a cooperação prática, declarou o presidente.

"Ao avançar, a China continuará pondo em prática a visão de desenvolvimento inovador, coordenado, ecológico, aberto e inclusivo", disse o presidente.

"Adaptaremos e dirigiremos a nova normalidade do desenvolvimento econômico, impulsionaremos a reforma estrutural no lado da oferta, aceleraremos a construção de um novo sistema para uma economia aberta, impulsionaremos o desenvolvimento econômico com inovação e atingiremos o desenvolvimento sustentável", declarou Xi.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Aliados gigantes

Chanceleres chinês e russo se reúnem na Alemanha
2017-02-17 12:11:09丨portuguese.xinhuanet.com








O ministro chinês das Relações Exteriores Wang Yi (2° e) se reúne com seu homólogo russo Sergey Lavrov (2° d) durante a reunião dos ministros do Exterior do Grupo dos Vinte (G20) em Bonn, Alemanha, em 16 de fevereiro de 2017. (Xinhua/Luo Huanhuan)


Bonn, 17 fev (Xinhua) -- O ministro chinês das Relações Exteriores Wang Yi se reuniu com seu homólogo russo nesta quinta-feira, enfatizando a necessidade de ambas as nações continuar a desempenhar o papel de garantir a estabilidade estratégica nos assuntos globais.

Wang se reuniu com Sergey Lavrov no âmbito da reunião dos ministros do Exterior do Grupo dos Vinte (G20) realizada na cidade de Bonn, no oeste da Alemanha.

Sob o contexto de mudanças complexas na situação internacional e regional, China e Rússia, parceiros estratégicos abrangentes de coordenação, devem continuar a apoiar firmemente uma à outra, assinalou Wang.

Ambos os países devem continuar a aprofundar a cooperação abrangente e desempenhar o papel de garantir a estabilidade estratégica nos assuntos globais, adiantou.

Olhando para o futuro, a China está disposta a manter intercâmbios de alto nível com a Rússia, e fortalecer o alinhamento e a cooperação entre a Iniciativa Cinturão e Rota e o projeto da União Econômica Eurasiática, segundo Wang.

A China também está disposta a manter comunicação e coordenação estreitas com a Rússia nos principais assuntos internacionais e regionais, e desenvolver firmemente uma parceria estratégica abrangente de coordenação com a Rússia, para lidar juntas com os diversos desafios mundiais, indicou Wang.

Lavrov enfatizou que a Rússia trabalhará com a China para organizar as principais agendas bilaterais este ano, e promover a comunicação e cooperação estratégica nos assuntos mundiais.

Os dois mais altos diplomatas também trocaram opiniões sobre a cooperação bilateral sob os quadros do G20 e BRICS.

Ambos concordaram em aprofundar a comunicação e a coordenação entre as duas nações sob o quadro do G20.

Eles defenderam um mecanismo aberto e inclusivo sobre a economia mundial e comércio multilateral, concordaram em melhorar a governança mundial e facilitar o sucesso da Cúpula de Hamburgo do G20.

Wang e Lavrov elogiaram os resultados frutíferos durante os últimos dez anos de cooperação entre as nações do BRICS: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

As duas nações concordaram em aprofundar a cooperação prática em diversas áreas e permitir que o mecanismo do BRICS desempenhe um papel mais importante no processo em direção a um mundo multipolar.

Wang e Lavrov também disseram querer resultados frutíferos da nona cúpula dos líderes do BRICS, que será realizada na cidade costeira de Xiamen, no sudeste da China, em setembro.

Sobre a situação na Península Coreana, eles concordaram em continuar a fortalecer a cooperação para manter a paz e a estabilidade na região, e fazer novos esforços para reiniciar as conversas.



2017-02-17 12:11:09丨portuguese.xinhuanet.com
O ministro chinês das Relações Exteriores Wang Yi (d) se reúne com seu homólogo russo Sergey Lavrov durante a reunião dos ministros do Exterior do Grupo dos Vinte (G20) em Bonn, Alemanha, em 16 de fevereiro de 2017. (Xinhua/Luo Huanhuan)


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

A China assume responsabilidades



Chanceler chinês pede que membros do BRICS preservem a paz mundial e promovem o crescimento global
2016-09-21 19:25:46丨portuguese.xinhuanet.com 

 O ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, preside uma reunião dos chanceleres das nações do BRICS no marco de uma série de conferências da ONU, em Nova York dos EUA, em 21 de setembro. (Xinhua/Yin Bogu)


Nova York, 21 set (Xinhua) -- O ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, pediu na terça-feira que as nações do BRICS preservem a paz mundial e ajudem a promover o crescimento global.

Wang fez as declarações ao presidir uma reunião dos chanceleres das nações do BRICS no marco de uma série de conferências da ONU.

Na reunião, Wang disse que os esforços dos países do BRICS nos últimos anos tornaram uma solução política da crise síria uma possibilidade real.

"Nós precisamos continuar a ser um defensor para o uso dos meios pacíficos, incluindo diálogo e negociação, para resolver questões importatnes do mundo", disse Wang.

Com o apoio das nações do BRICS, a Cúpula do Grupo dos Vinte (G20) na cidade chinesa de Hangzhou obteve sucesso e ofereceu uma direção ampla para o desenvolvimento futuro da economia mundial, segundo Wang.

Ele disse que as nações do BRICS devem tomar a liderança na implementação dos acordos atingidos na cúpula ao permanecer um motor do crescimento econômico global.

Wang indicou que a Cúpula do G20 em Hangzhou endossou um plano de ação 2030 para o desenvolvimento sustentável e propôs uma iniciativa para apoiar a industrialização na África e nos países menos desenvolvidos do mundo. O bloco do BRICS deve pedir o mundo desenvolvido a apresentar suas promessas para os países em desenvolvimento, acrescentou.

O chanceler chinês disse que o atual sistema da governança global deve refletir melhor a transformação da situação política e econômica do mundo. Ele pediu que o grupo garanta a maior representatividade e apresente uma maior voz dos países emergentes e em desenvolvimento.

O ministro de Estado para Assuntos Externos da Índia, M.J. Akbar, disse que o BRICS deve tomar uma posição combinada contra os ataques terroristas e lidar conjuntamente com o terrorismo.

Ele também pediu uma aprovação imediata do Acordo de Paris sobre a mudança climática e um compromisso para as metas de redução de emissões.

A cooperação dentro do bloco deve ser aprofundada, incluindo o estabelecimento de uma agência de classificação de créditos do BRICS e uma rede agrícola, entre outros, acrescentou.

A chanceler sul-africana Maite Nkoana-Mashabane recomendou o BRICS para atingir avanços históricos e implementar a agenda de desenvolvimento sustentável.

Ela também pediu mudanças do atual sistema de governança global.

O ministro russo das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, propôs que o BRICS aja para o estabelecimento de uma ordem internacional cada vez mais justa, com melhor coordenação em importantes assuntos políticos e econômicos.

Expressando a esperança de que os membros do BRICS trabalhem conjuntamente para enfrentar os desafios globais, Lavrov também citou os intercâmbios entre pessoas, agricultura, transporte ferroviário e turismo como os setores para maior desenvolvimento neste ano dentro do bloco.

O chanceler brasileiro José Serra espera ver resultados positivos da cúpula dos líderes do BRICS que será realizada em meados de outubro em Goa, na Índia, e na promoção de parcerias econômicas entre os membros.

Serra disse que os membros do BRICS precisam aumentar a cooperação nas áreas como inovação, economia digital, redução da pobreza e saúde pública.

Serra também manifestou a esperança de que a Cúpula do BRICS 2017 na China continue a promover os intercâmbios e o diálogo.

Durante a reunião, os chanceleres também trocaram opiniões sobre questões internacionais e regionais, incluindo a última Cúpula do G20 em Hangzhou, a cooperação antiterrorismo, a Agenda 2030 para Desenvolvimento Sustentável, mudança climática, situação no Oriente Médio e missões de manutenção da paz na África.