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quarta-feira, 10 de abril de 2019

Embaixada do Brasil em Israel

Presidente se diz decidido a transferir Embaixada do Brasil em Israel
Proposta é mudar a representação de Tel Aviv para Jerusalém
Publicado em 08/04/2019 - 19:47
Por Agência Brasil Brasília 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (8) que mantém sua determinação de transferir a Embaixada do Brasil de Tel Aviv, em Israel, para Jerusalém. Porém, não disse quando definirá a mudança. Segundo ele, quer evitar confrontos e choques. De acordo com o presidente, as resistências vêm, sobretudo, dos palestinos e iranianos. “Não mudei de ideia, não”, disse o presidente durante entrevista à TV Jovem Pan. “Não queremos confrontar ninguém. ”
  O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante visita ao Muro das Lamentações na Cidade Velha de Jerusalém.
O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante visita ao Muro das Lamentações na Cidade Velha de Jerusalém. - Clauber Cleber Caetano/PR
Na viagem a Israel, encerrada na semana passada, Bolsonaro anunciou a instalação de um escritório de negócios em Jerusalém, destinado aos assuntos de ciências, tecnologia e inovação, além de comércio e economia.
Venezuela
Bolsonaro disse que, em caso de intervenção militar externa na Venezuela, irá consultar as áreas devidas para tomar uma decisão.“Se houver uma invasão lá, o que eu vou fazer? Vou ouvir o Parlamento e o Conselho de Defesa Nacional. ” Para ele, o caminho para pressionar o governo de Nicolás Maduro é o embargo econômico. “Não podemos deixar aquilo se transformar em uma nova Cuba ou Coreia do Norte. ” A crise na Venezuela, segundo o presidente, envolve solução militar. Para ele, as Forças Armadas garantem a sustentabilidade de Maduro no poder, pois há cerca de 2 mil generais no país que o apoiam. “Quem mantém o Maduro em pé é o Exército”, disse. Bolsonaro reiterou que os Estados Unidos  estão  na "vanguarda” em relação às medidas que devem ser adotadas na Venezuela. Ele lembrou que, durante seu encontro com o presidente norte-americano, Donald Trump, foi dito que “todas as possibilidades estão sobre a mesa”.
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Edição: Luiza Damé
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sábado, 13 de fevereiro de 2016

Zika na China



Zika: China confirma primeiro caso em homem que esteve na Venezuela
  • Pequim
Da Agência Lusa












As autoridades sanitárias chinesas confirmaram o primeiro caso de infeção pelo vírus Zika no país, em um homem de 34 anos que esteve na Venezuela e regressou à China em 5 de fevereiro, informou hoje (10) a imprensa oficial.

O infectado está hospitalizado e em quarentena, mas já em recuperação, segundo as autoridades.

O homem, natural da província de Jiangxi, no Sudeste da China, apresentou sintomas como febre, tonturas e dores de cabeça no dia 28 de janeiro, quando ainda estava na Venezuela, e regressou à China em 5 de fevereiro, depois de ter feito escala em Hong Kong.

O risco de difusão do vírus é "extremamente baixo" devido às temperaturas frias nesta época do ano na região, garantem as autoridades de Saúde chinesas.
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Transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, as autoridades sanitárias suspeitam que o Zika seja a causa de numerosos casos de deformações congênitas em bebês cujas mães foram contaminadas durante a gravidez.

O Brasil é atualmente o país mais atingido no mundo pela epidemia de Zika, com 1,5 milhão de doentes, seguindo da Colômbia (22.600 casos).

No dia 1º de fevereiro, a Organização Mundial da Saúde considerou que o recente aumento de casos de microcefalia e de desordens neurológicas em bebês na América Latina constitui emergência de saúde pública de alcance internacional e que há forte suspeita de que o aumento de casos seja causado pelo vírus Zika.

A microcefalia é um distúrbio de desenvolvimento fetal que resulta em um perímetro do crânio infantil abaixo do normal, com consequências no desenvolvimento do bebê.
O vírus Zika também é suspeito de causar a síndrome neurológica de Guillain-Barré, que pode causar paralisia definitiva.

Os sintomas e sinais clínicos da infecção pelo vírus, transmitida (de forma comprovada) aos seres humanos por picada de mosquitos infectados (na América Latina por meio do Aedes aegypti, também vetor de transmissão do vírus do dengue, da febre chikungunya e da febre amarela), são muito parecidos com os da gripe, provocando febre, erupções cutâneas, dores nas articulações, conjuntivite, dores de cabeça e musculares.

Geralmente, os sintomas começam a desaparecer quatro ou cinco dias depois. O período normal de incubação varia entre três e 12 dias.
Edição: Carolina Pimentel