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terça-feira, 15 de setembro de 2020

China prefere que TikTok feche operações nos EUA do que uma venda forçada, dizem fontes

 

TikTok foi obrigado a vender o app nos EUA para continuar funcionando - Pixabay 

(Reuters) - Pequim se opõe a uma venda forçada das operações do TikTok nos Estados Unidos e prefere ver o aplicativo ser proibido no país, disseram três pessoas com conhecimento direto do assunto nesta sexta-feira.

A ByteDance tem negociado a venda das operações norte-americanas do TikTok com potenciais compradores, incluindo Microsoft e Oracle, desde que o presidente dos EUA, Donald Trump ameaçou no mês passado proibir o serviço se ele não for vendido até meados de setembro.

Mas autoridades chinesas avaliam que uma venda forçada faria com que a ByteDance, dona do aplicativo, e a China parecessem fracos diante da pressão de Washington, disseram as fontes.

A ByteDance disse à Reuters que o governo chinês nunca sugeriu fechar o TikTok nos EUA ou em qualquer outro mercado.

Duas das fontes disseram que a China está disposta a usar as revisões feitas em uma lista de exportações de tecnologia em 28 de agosto para atrasar qualquer acordo fechado pela ByteDance, caso necessário.

O Escritório de Informações do Conselho de Estado da China e seus ministérios de Comércio Exterior e Comércio não responderam imediatamente aos pedidos de comentários da Reuters.

Perguntado sobre Trump e o TikTok, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, disse a jornalistas que os EUA estão abusando do conceito de segurança nacional e os instou a parar de oprimir empresas estrangeiras.

 

((Tradução Redação São Paulo; 55 11 56447727))




quarta-feira, 10 de abril de 2019

Embaixada do Brasil em Israel

Presidente se diz decidido a transferir Embaixada do Brasil em Israel
Proposta é mudar a representação de Tel Aviv para Jerusalém
Publicado em 08/04/2019 - 19:47
Por Agência Brasil Brasília 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (8) que mantém sua determinação de transferir a Embaixada do Brasil de Tel Aviv, em Israel, para Jerusalém. Porém, não disse quando definirá a mudança. Segundo ele, quer evitar confrontos e choques. De acordo com o presidente, as resistências vêm, sobretudo, dos palestinos e iranianos. “Não mudei de ideia, não”, disse o presidente durante entrevista à TV Jovem Pan. “Não queremos confrontar ninguém. ”
  O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante visita ao Muro das Lamentações na Cidade Velha de Jerusalém.
O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante visita ao Muro das Lamentações na Cidade Velha de Jerusalém. - Clauber Cleber Caetano/PR
Na viagem a Israel, encerrada na semana passada, Bolsonaro anunciou a instalação de um escritório de negócios em Jerusalém, destinado aos assuntos de ciências, tecnologia e inovação, além de comércio e economia.
Venezuela
Bolsonaro disse que, em caso de intervenção militar externa na Venezuela, irá consultar as áreas devidas para tomar uma decisão.“Se houver uma invasão lá, o que eu vou fazer? Vou ouvir o Parlamento e o Conselho de Defesa Nacional. ” Para ele, o caminho para pressionar o governo de Nicolás Maduro é o embargo econômico. “Não podemos deixar aquilo se transformar em uma nova Cuba ou Coreia do Norte. ” A crise na Venezuela, segundo o presidente, envolve solução militar. Para ele, as Forças Armadas garantem a sustentabilidade de Maduro no poder, pois há cerca de 2 mil generais no país que o apoiam. “Quem mantém o Maduro em pé é o Exército”, disse. Bolsonaro reiterou que os Estados Unidos  estão  na "vanguarda” em relação às medidas que devem ser adotadas na Venezuela. Ele lembrou que, durante seu encontro com o presidente norte-americano, Donald Trump, foi dito que “todas as possibilidades estão sobre a mesa”.
Saiba mais

Edição: Luiza Damé
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quinta-feira, 7 de março de 2019

China Grande

Xi reúne-se com secretário de Defesa dos Estados Unidos
2018-06-28 11:00:12丨portuguese.xinhuanet.com
 

(Xinhua/Li Gang)
Beijing, 28 jun (Xinhua) -- O presidente da China, Xi Jinping, reuniu-se na quarta-feira em Beijing com o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis.
Xi declarou que o mundo está passando por um período de grandes desenvolvimento, transformações e reajustes. As tendências da multi polarização mundial e da globalização econômica estão se desenvolvendo profundamente, e os países têm se tornando cada vez mais interdependentes.
O povo chinês está construindo um grande país socialista moderno, mas a China manterá o caminho do desenvolvimento pacífico, afirmou Xi, acrescentando que a China não seguirá o caminho do expansionismo e colonialismo nem causará caos ao mundo.
Xi declarou que as relações entre a China e os Estados Unidos são um dos laços bilaterais mais importantes no mundo.
A história e a realidade desde o estabelecimento das relações diplomáticas bilaterais, há quase 40 anos, demonstram que o desenvolvimento saudável dos laços China-EUA pode beneficiar os povos dos dois países e do mundo, o que também contribui à paz, estabilidade e prosperidade mundiais e regionais, disse Xi.
A China e os Estados Unidos compartilham interesses em amplas áreas e pontos em comum que superam em muito as diferenças, disse Xi.
O Oceano Pacífico tem vastidão suficiente para acomodar a China e os Estados Unidos, assim como outros países, disse o presidente.
A China e os Estados Unidos devem promover o desenvolvimento das relações bilaterais com base no princípio de respeito mútuo e de cooperação de benefício mútuo, disse Xi.
"Quando vemos os interesses comuns entre a China e os Estados Unidos, não fugimos das diferenças."
"Nossa posição é firme e clara no que diz respeito à soberania e integridade territorial da China", disse Xi, que acrescentou que "nenhuma polegada do território deixado pelos ascendentes pode ser perdida, e nós não queremos nada dos outros".
Xi disse que as relações militares, parte importante das relações bilaterais, mantêm um saudável ímpeto de desenvolvimento nos últimos anos.
"Há muito tempo é reconhecido que os verdadeiros especialistas em assuntos militares não desejam empregar meios militares para resolver os problemas."
Xi indicou que os intercâmbios militares e a construção institucional fortalecidos em diversos níveis ajudam a dissipar dúvidas e impedir mal-entendidos, erros de cálculo e acidentes.
Xi espera que os dois exércitos fortaleçam a comunicação, aumentem a confiança mútua, aprofundem a cooperação, administrem e controlem riscos e promovam os laços militares para que sejam um estabilizador das relações bilaterais.
Mattis declarou que os Estados Unidos atribuem grande importância às relações entre os dois países e os dois exércitos e que os laços militares têm um papel vital nas relações bilaterais.
Mattis disse que, guiados pelo consenso alcançado pelos chefes de Estado dos dois países, os Estados Unidos estão dispostos a fortalecer a comunicação estratégica, expandir a cooperação de benefício mútuo, administrar e controlar as diferenças e riscos e evitar conflitos e confrontações, para permitir que as relações militares sejam um fator construtivo na promoção do desenvolvimento das relações bilaterais.
Mattis transmitiu as saudações do presidente americano, Donald Trump, a Xi, que pediu a Mattis que transmita suas saudações a Trump.
Da reunião também participaram diversos funcionários, incluindo o conselheiro de Estado e ministro da Defesa Nacional da China, Wei Fenghe.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Brasil em marcha ré


Brasil cai em ranking mundial de competitividade
Economia brasileira ocupa a 72ª posição em lista de 140 países avaliados pelo Fórum Econômico Mundial. Falta de integração aos mercados globais e altas tarifas de importação são alguns dos quesitos preocupantes no país.





O Brasil somou 59,5 pontos, numa escala de zero a 100, e ocupou apenas a oitava colocação dentro da América Latina
O Brasil caiu três posições e aparece em 72º lugar no ranking que avalia a competitividade de 140 países, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial em conjunto com a Fundação Dom Cabral. Os Estados Unidos lideraram como o país mais competitivo do mundo.

O Brasil soma 59,5 pontos, numa escala de zero a 100, e ocupa apenas a oitava colocação dentro da América Latina – Chile (33º), México (46º), Uruguai (53º), Costa Rica (55º), Colombia (60º), Peru (63º) e Panamá (64º). Dentro dos Estados que formam o grupo do Brics, o Brasil ficou atrás de todos: China (28º), Rússia (43º), Índia (58º) e África do Sul (67º).

Mundialmente, em 72º lugar, o Brasil fechou três posições abaixo em relação à listagem de 2017. A maior economia da América do Sul teve sua pontuação influenciada, sobretudo, por seu tamanho relativamente grande de mercado (10º no mundo) e seu desempenho no quesito Saúde (73º).

Além disso, o Brasil lidera a região latino-americana no quesito capacidade de inovação (40º no geral), mas segue abaixo de seu potencial, segundo o estudo. A fraca integração de políticas e a falta de coordenação entre os setores público e privado estão entre os fatores institucionais que inibiram um melhor desempenho. A Alemanha liderou a lista de país com a maior capacidade de inovação.

Por outro lado, o Brasil ocupou apenas a 108ª colocação no quesito dinamismo empresarial. O país também teve maus resultados em produtos (117º), como resultado da falta de concorrência no mercado, da presença de políticas de distorção (subsídios) e da falta de integração aos mercados globais, refletidas nas altas tarifas de importação (125º) e alta prevalência de barreiras comerciais (136º). O documento apontou ainda que o desempenho do mercado de trabalho segue sendo um dos maiores desafios para o Brasil, com queda no último ano. Neste quesito, o Brasil caiu de 99º para 114º no ranking – um indicativo de que as reformas aprovadas em 2017 com o objetivo de aumentar a flexibilidade do mercado de trabalho ainda não produziram os efeitos desejados.

Segundo o relatório, o crescimento econômico na América Latina aumentou modestamente em 2017. Os países exportadores de commodities, como Brasil, Argentina e Chile, beneficiaram-se dos altos preços e da crescente demanda global. A inflação foi mantida sob controle na maioria dos países, com exceção da Argentina e, numa escala muito maior, da Venezuela.

Lideram a lista os Estados Unidos, com 85,6 pontos. Em seguida estão Cingapura, Alemanha, Suíça, Japão, Holanda, Hong Kong, Reino Unido, Suécia e Dinamarca.

O agora denominado Índice de Competitividade Global 4.0 é um pouco diferente das anteriores edições anuais, pois realizou alterações na metodologia para, segundo descrito no próprio relatório, refletir "a natureza mutável da competitividade econômica num mundo cada vez mais transformado por novas tecnologias digitais".

Nesta edição, 60% dos indicadores avaliados são novos. O índice de competitividade é formado por 98 variáveis agrupadas em 12 quesitos distribuídos em quatro fatores de competitividade: ambiente institucional, capital humano, mercados e ecossistema de inovação.
Num resumo geral, o relatório apontou que "a economia global não está preparado para a quarta revolução industrial". Das 140 economias avaliadas mundialmente, incríveis 103 pontuaram abaixo da metade no quesito capacidade de inovar.

"Abraçar a quarta revolução industrial se tornou um fator determinante para a competitividade", diz Klaus Schwab, fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial. "Com este relatório, propomos uma abordagem para avaliar o desempenho dos países em relação a esse novo critério. Prevejo uma nova divisão global entre países que compreendem transformações inovadoras e aqueles que não o fazem."
PV/dw/ots
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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Giogantes à mesa



Presidente chinês chega à Flórida para primeira reunião com Trump
2017-04-07 06:20:07丨portuguese.xinhuanet.com 


















O presidente chinês Xi Jinping e sua esposa Peng Liyuan chegam ao Aeroporto Internacional de Palm Beach na Flórida, Estados Unidos, em 6 de abril de 2017. Xi chegou aqui para a primeira reunião com o presidente dos EUA Donald Trump. (Xinhua/Liu Weibing)




Palm Beach, Estados Unidos, 6 abr (Xinhua) -- O presidente chinês Xi Jinping chegou na quinta-feira a Palm Beach, na costa sudeste do estado da Flórida dos Estados Unidos, para sua primeira reunião com o presidente norte-americano Donald Trump, a fim de traçar a direção das relações bilaterais em uma nova era.

O avião que transportava o presidente chinês, sua esposa Peng Liyuan e outros membros da delegação aterrissou esta tarde no Aeroporto Internacional de Palm Beach.

Sob o atento olhar de uma entusiasmada multidão, incluindo o secretário de Estado dos Estados Unidos Rex Tillerson e sua esposa, Xi e Peng saíram pela portinhola e saudaram o público antes de descer pela escada do avião de mãos dadas.



Xi e Peng também assistirão a um banquete de boas-vindas organizado por Trump e a primeira dama Melania, disse em 31 de março o vice-ministro das Relações Exteriores da China, Zheng Zeguang.

Sob a atual situação internacional, "a reunião será de grande importância para planejar as relações sino-norte-americanas em uma nova era, avançar o desenvolvimento dos laços bilaterais de uma forma saudável e estável a partir de um novo ponto de partida e promover a paz, a estabilidade e a prosperidade na Ásia-Pacífico, assim como no mundo inteiro", disse Zheng.
Os Estados Unidos são a segunda escala da atual viagem de Xi por dois países depois de uma visita de Estado à Finlândia.