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terça-feira, 29 de dezembro de 2020

China deve ultrapassar EUA como maior economia global em 2028

 China deve ultrapassar EUA como maior economia global em 2028

Declínio da economia americana durante a pandemia e rápida recuperação da China devem antecipar em cinco anos ascensão do país asiático como maior economia do mundo.

China | Präsident Xi Jinping und Joe Biden
O presidente chinês Xi Jinping e o presidente eleito Joe Biden em 2013. Chineses vêm se recuperando mais rapidamente da pandemia

A resposta da China à pandemia do coronavírus abriu seu caminho para se tornar a maior economia do mundo antes do final da década, de acordo com um novo relatório de um grupo de estudos do Reino Unido.

A pandemia de coronavírus e suas consequências econômicas devem ajudar a China a superar mais cedo os EUA como a maior economia do mundo. Espera-se agora que Pequim ultrapasse os EUA até 2028, e não mais em 2033, apontou o Centro de Pesquisa Econômica e Empresarial (CEBR), um think thank britânico.

"Esperamos que a participação dos Estados Unidos no PIB global diminua a partir de 2021 e que o país seja eventualmente ultrapassado pela China como a maior economia do mundo", apontou CEBR em um relatório anual divulgado neste sábado ((26/12)"Esperamos agora que isso aconteça em 2028, cinco anos mais cedo do que na edição anterior do ranking.”

O relatório detalha projeções de economia de 193 países. O texto deste ano destacou que os países da Ásia foram mais bem-sucedidos ao lidar com a pandemia do que as nações europeias e os EUA. O relatório elogiou a "gestão hábil da pandemia" da China, em que a imposição de um lockdown rígido e precoce manteve os números sob controle.

O CEBR prevê que a pandemia deve provocar um encolhimento de US$ 6 trilhões na economia global em comparação com 2019. De acordo com o relatório, o Produto Interno Bruto da China deve crescer 2% em 2020, em contraste com outras grandes economias, que enfrentam recessão. Já o dos EUA deve sofrer um recuo 5%. Já o Brasil, segundo o CEBR, deve ter uma queda de 5% em 2020.

O relatório ainda posiciona o Brasil em 12ª entre as maiores economias. A previsão é que o país sul-americano deve chegar ao 9º posto somente em 2035. Espera-se que o Japão continue a ser a terceira maior economia até o início de 2030, quando a Índia deve superar o país, empurrando a Alemanha para o quinto lugar.

O relatório ainda aponta que após "uma forte recuperação pós-pandemia em 2021", a economia dos EUA crescerá apenas 1,9% ao ano de 2022-24 e desacelerará para 1,6% nos anos seguintes. Em contraste, a economia chinesa deve crescer 5,7% ao ano até 2025 e 4,5% ao ano de 2026-2030.

No entanto, o chinês médio permanecerá mais pobre em termos financeiros do que o americano médio, mesmo depois que a China se tornar a maior economia do mundo, considerando que a população da China é quatro vezes maior.


Noticia; dw.com

 



domingo, 22 de dezembro de 2019

China e Brasil, parceiros grandiosos


China e Brasil aprofundam cooperação espacial
2019-12-20 19:23:22丨portuguese.xinhuanet.com





Taiyuan, 20 dez (Xinhua) -- A China e o Brasil continuarão desenvolvendo conjuntamente mais satélites de pesquisa terrestre e aprofundarão a cooperação espacial, disseram funcionários chineses e brasileiros depois que um novo satélite desenvolvido conjuntamente pelos dois países foi enviado ao espaço nesta sexta-feira.
O lançamento do CBERS-4A também marca o 45º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre a China e o Brasil.
Os dois países expandirão a aplicação dos dados de satélite nos seus próprios países e os que participam da Iniciativa do Cinturão e Rota, disse Wu Yanhua, vice-diretor da Administração Nacional do Espaço da China (CNSA, em inglês).
A China e o Brasil traçaram um plano decenal para colaboração no desenvolvimento de satélites de sensoriamento remoto para fins meteorológicas e de comunicação. A cooperação poderá ser expandida para o aprofundamento da exploração espacial, exploração lunar, missão tripulada e educação aeroespacial, disse Wu.
Em 1988, os dois países assinaram um acordo para iniciar o programa de satélites de recursos terrestres China-Brasil. Os dois lados compartilharam custos e desenvolveram separadamente seus sistemas. As duas partes têm vantagens e foram muito complementares.
Em 1999, o primeiro CBERS foi lançado com sucesso, dando a cada um dos dois países seu primeiro satélite de sensoriamento remoto do tipo de transmissão. Ele foi classificado como um dos dez principais avanços científicos e tecnológicos da China naquele ano.
O CBERS também foi o primeiro satélite desenvolvido conjuntamente pela China e por outro país, e foi um modelo da cooperação na tecnologia espacial entre países em desenvolvimento.
A cooperação já se estende por mais de 30 anos. Os dois países enviaram seis satélites ao espaço, e a resolução de imagens tem melhorado.
Os satélites CBERS forneceram mais de 6 milhões de imagens para os usuários dos dois países. Os dados são amplamente usados na agricultura, silvicultura, conservação de água, terra e recursos, prevenção e mitigação de desastres, produção ambiental, e tem ajudado o governo brasileiro a monitorar a floresta amazônica e as mudanças climáticas do país, de acordo com a CNSA.
Os dados de sensoriamento remoto também são oferecidos aos países em desenvolvimento de forma gratuita, e tem ajudado a monitorar desastres como incêndios florestais na Austrália, inundações no Paquistão e terremotos e tsunamis no Japão.
A China também treinou equipes brasileiras, e os cientistas e técnicos dos dois países realizaram muitos intercâmbios durante os últimos 31 anos.
"A cooperação espacial entre a China e o Brasil tem sido muito bem-sucedida e estabelece um bom exemplo para cooperação espacial entre países em desenvolvimento", disse Wu.
Marcos César Pontes, ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações do Brasil, disse que a cooperação contribuiu para o desenvolvimento econômico e social internacional.
Em 2016, as agências espaciais dos países do BRICS anunciaram um plano para criar uma constelação conjunta de satélites para o sensoriamento remoto da Terra. O programa CBERS será incluído no plano, disse Wu.


quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Amizade asiática


Coreia do Sul se posiciona como um gigante cultural no mundo
Onda cultural coreana também chega ao Brasil
Publicado em 06/11/2019 - 06:05
Por José Romildo Brasília










O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o oitavo do mundo a estabelecer relações com a Coreia do Sul, no momento em que o país asiático se encontrava em grande dificuldade econômica. Os dois países estão celebrando 60 anos de relações diplomáticas em um cenário bilateral de muitas oportunidades.


A Coreia é hoje uma das mais prósperas nações do mundo em razão do desenvolvimento tecnológico e da presença de suas empresas ao redor do mundo. O momento atual é ideal para que Brasil e Coreia do Sul elevem o patamar de suas relações, tendo em vista a complementariedade econômica e o dinamismo cultural das duas nações. Além disso, existe a expectativa entre os governos dos dois países de que a Coreia do Sul assine um acordo comercial com o Mercosul em meados de 2020, o que favorece ainda mais a percepção de um fortalecimento das relações entre as duas nações.

Pelo lado econômico, há décadas as empresas coreanas avançam pelo mundo, o que ajuda a explicar o PIB (Produto Interno Bruto) de US$ 1,72 bilhões do país, que ocupa a 12ª posição entre as maiores economias do mundo. Com esse PIB, e com uma população de apenas 50 milhões de habitantes, é fácil entender a renda per capita do país, superior a US$ 30 mil.

Cultura
O que é novidade para muitos é a expansão cultural da Coreia do Sul. Hallyu é o nome da onda cultural coreana que se espalha ao redor do mundo, com o apoio do KOCIS, Serviço de Cultura e Informação da Coreia, braço do Ministério da Cultura, Esporte e Turismo do país. A Coreia do Sul está cada vez mais se posicionando como um fenômeno extraordinário de cultura e entretenimento, exportando músicas, seriados de TV, cartoons, dramas transmitidos pela internet, filmes exibidos em cinemas tradicionais, jogos digitais e coreografias. Só em 2018, essa onda cultural garantiu uma renda para o país superior a US$ 7,4 bilhões.

Muitos desses componentes do mundo cultural coreano já chegaram ao Brasil. Existem faixas de adolescentes e jovens brasileiros fanáticos pelo K-Pop, um dos integrantes principais da onda coreana, e pelo K-Drama, seriados exibidos na TV e na internet. Há também outras atividades culturais que ainda não atingiram com intensidade outros países, mas ainda se restringem ao território coreano. Uma delas são os webtoons, cartoons escritos especialmente para internet, fenômeno popular na Coreia.

Em todo o mundo, as mídias sociais têm sido um instrumento fundamental para a indústria de música coreana atingir um público mais amplo, auxiliando o K-pop a realizar aparições cada vez mais frequentes em paradas ocidentais de músicas como a Billboard, a revista semanal norte-americana que elege os grandes sucessos musicais. BTS, Seventeen e SuperM são alguns dos grupos K-Pop que já apareceram no Billboard, mas o grupo coreano que está se destacando no momento é o (G)I-DLE, formado só por mulheres, que em breve fará apresentações em vários países, inclusive no Brasil.


Shows de TV
Diferentemente de outros países industrializados, onde a televisão aos poucos está cedendo vez à internet, na Coreia do Sul a grande procura do público pelas redes sociais não prejudica as grandes audiências de TV. Além de várias redes nacionais de televisão, as três maiores - KBS, MBC E SBS – produzem programas que repercutem fora das fronteiras do país. Um deles é o Running Man, um show de entretenimento que faz muito sucesso também no Japão, China, Vietnã e outros países do Sudeste Asiático.

O programa Running Man não é um mero show de diversão. Lançado em 2010, ganhou fama por unir diversão com a apresentação de cantores, atores, comediantes e outras celebridades coreanas.


Hanbok
Uma das particularidades da cultura coreana é a união da tradição com a tecnologia do futuro. Isso pode ser percebido com uma simples caminhada pelo centro histórico de Seul. Nessa área, mulheres costumam passear vestidas de hanbok, a vestimenta tradicional da Coreia, que se caracteriza por suas cores vibrantes, linhas simples e ausências de bolsos.

A importância do Hanbok para a cultura coreana foi estudada pela estilista Sulnyeo Park, que veste com essa roupa tradicional os artistas de Hollywood e celebridades de outros países que visitam Seul.

Cinema
Uma das áreas culturais da Coreia do Sul mais conhecidas no exterior é o cinema. “Isso se deve provavelmente ao grande interesse do público coreano por filmes, sejam do próprio país ou do exterior”, disse o produtor Park Sj, do estúdio Digital Idea, o maior estúdio de efeitos visuais da Coreia. As salas de cinema das cidades coreanas costumam ficar lotadas com a exibição de filmes nacionais ou estrangeiros. A Digital Ideia, que produziu mais de 450 filmes nos últimos 20 anos, foi agraciada com prêmios em festivais internacionais por ter aplicado efeitos visuais em filmes como The Great Battle (Lobo Guerreiro) e Train to Busan (Invasão Zumbi).

Sistema de Saúde
A prosperidade econômica sul-coreana se espalha por todas as áreas do país. O sistema de saúde atende bem a toda população coreana e ano após ano aumenta a procura de pessoas de outros países pelos serviços médicos e por cirurgias na Coreia do Sul. Cirurgias plásticas, por exemplo, são muito procuradas não só pelos artistas do mundo K-pop como também por pessoas provenientes de vários países. Estes já perceberam o alto nível tecnológico e a capacidade dos médicos sul-coreanos.

A mais recente unidade hospitalar da Coreia do Sul é o St. Mary’s Hospital, a unidade hospitalar da Universidade Católica da Coreia, equipada com o melhor equipamento de robótica do mundo, que ajuda a realizar cirurgias nas áreas de urologia, ginecologia e otorrinolaringologia, entre outras.

O St. Marys Hospital foi inaugurado no início de 2019, em uma área cercada de colinas, nas proximidades de Seul, a um custo de US$ 583 milhões. O edifício do St. Marys tem requintadas e modernas instalações e por isso é chamado pelos visitantes e pacientes de “hotel cinco estrelas”. A parte externa é composta de vias de acesso aos bosques, onde os pacientes passeiam para tomar sol e respirar o ar das montanhas.

O St. Mary’s Hospital disponibilizou uma área interna para que restaurantes sirvam pratos finos ou fast food para pacientes e visitantes. “Aqui tudo foi planejado para que o paciente sinta alegria por estar em um lugar agradável e não [tenham] depressão por estar em um hospital”, disse o pediatra Jong-seo Yoon, um dos médicos do St. Mary’s.


Laços culturais
O diretor da divisão da cultura popular do Ministério da Cultura, Esporte e Turismo da Coreia, Nam Chanwoo, destacou que, para a Coreia, é muito importante aumentar os laços culturais com o Brasil, que tem uma grande tradição tanto na música quanto em artes populares. Já o diretor geral do Serviço de Cultura e de Informação da Coreia, Kim Il Hwan, afirmou que o desejo do governo coreano é solidificar e expandir a presença dos valores culturais do país no Brasil, não somente em São Paulo, onde vive a maior parte dos 50 mil coreanos que moram em território brasileiro, mas também em outras cidades brasileiras.  

Já o embaixador do Brasil na Coreia, Luís Henrique Sobreira Lopes, enalteceu o simbolismo dos 60 anos de relações Brasil-Coreia. Conforme ele lembrou, os 60 anos de relações diplomáticas entre os dois países têm um significado especial: o cumprimento de um longo ciclo de vida. “A data também remete à maturidade de nossa amizade, algo que desejamos preservar e aprofundar”, disse o embaixador.

A história da diplomacia costuma exibir exemplos de países que receberam os benefícios por terem sido pioneiros em reconhecer uma nação irmã. Quando foram estabelecidas as relações bilaterais com a Coreia do Sul, em 1959, a nação asiática lutava para se recuperar da devastadora Guerra da Coreia (1950-1953). Na época, o país tinha um PIB per capita de menos de US$ 100 e uma expectativa de vida de apenas 54 anos. Hoje, o estoque de investimentos sul-coreanos no Brasil é de cerca de US$ 6 bilhões, principalmente nos setores eletroeletrônico, automobilístico e de semicondutores. Este ano, só entre janeiro e setembro, os dois países tiveram intercâmbio superior a US$ 6,1 bilhões. Se a história se repetir, os dois países tendem a ser parceiros gigantes tanto em termos econômicos quanto culturais.
O jornalista José Romildo viajou para a Coreia do Sul a convite do KOCIS, o Serviço de Informação e Cultura daquele país.
Edição: Liliane Farias

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Brasil em marcha ré


Brasil cai em ranking mundial de competitividade
Economia brasileira ocupa a 72ª posição em lista de 140 países avaliados pelo Fórum Econômico Mundial. Falta de integração aos mercados globais e altas tarifas de importação são alguns dos quesitos preocupantes no país.





O Brasil somou 59,5 pontos, numa escala de zero a 100, e ocupou apenas a oitava colocação dentro da América Latina
O Brasil caiu três posições e aparece em 72º lugar no ranking que avalia a competitividade de 140 países, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial em conjunto com a Fundação Dom Cabral. Os Estados Unidos lideraram como o país mais competitivo do mundo.

O Brasil soma 59,5 pontos, numa escala de zero a 100, e ocupa apenas a oitava colocação dentro da América Latina – Chile (33º), México (46º), Uruguai (53º), Costa Rica (55º), Colombia (60º), Peru (63º) e Panamá (64º). Dentro dos Estados que formam o grupo do Brics, o Brasil ficou atrás de todos: China (28º), Rússia (43º), Índia (58º) e África do Sul (67º).

Mundialmente, em 72º lugar, o Brasil fechou três posições abaixo em relação à listagem de 2017. A maior economia da América do Sul teve sua pontuação influenciada, sobretudo, por seu tamanho relativamente grande de mercado (10º no mundo) e seu desempenho no quesito Saúde (73º).

Além disso, o Brasil lidera a região latino-americana no quesito capacidade de inovação (40º no geral), mas segue abaixo de seu potencial, segundo o estudo. A fraca integração de políticas e a falta de coordenação entre os setores público e privado estão entre os fatores institucionais que inibiram um melhor desempenho. A Alemanha liderou a lista de país com a maior capacidade de inovação.

Por outro lado, o Brasil ocupou apenas a 108ª colocação no quesito dinamismo empresarial. O país também teve maus resultados em produtos (117º), como resultado da falta de concorrência no mercado, da presença de políticas de distorção (subsídios) e da falta de integração aos mercados globais, refletidas nas altas tarifas de importação (125º) e alta prevalência de barreiras comerciais (136º). O documento apontou ainda que o desempenho do mercado de trabalho segue sendo um dos maiores desafios para o Brasil, com queda no último ano. Neste quesito, o Brasil caiu de 99º para 114º no ranking – um indicativo de que as reformas aprovadas em 2017 com o objetivo de aumentar a flexibilidade do mercado de trabalho ainda não produziram os efeitos desejados.

Segundo o relatório, o crescimento econômico na América Latina aumentou modestamente em 2017. Os países exportadores de commodities, como Brasil, Argentina e Chile, beneficiaram-se dos altos preços e da crescente demanda global. A inflação foi mantida sob controle na maioria dos países, com exceção da Argentina e, numa escala muito maior, da Venezuela.

Lideram a lista os Estados Unidos, com 85,6 pontos. Em seguida estão Cingapura, Alemanha, Suíça, Japão, Holanda, Hong Kong, Reino Unido, Suécia e Dinamarca.

O agora denominado Índice de Competitividade Global 4.0 é um pouco diferente das anteriores edições anuais, pois realizou alterações na metodologia para, segundo descrito no próprio relatório, refletir "a natureza mutável da competitividade econômica num mundo cada vez mais transformado por novas tecnologias digitais".

Nesta edição, 60% dos indicadores avaliados são novos. O índice de competitividade é formado por 98 variáveis agrupadas em 12 quesitos distribuídos em quatro fatores de competitividade: ambiente institucional, capital humano, mercados e ecossistema de inovação.
Num resumo geral, o relatório apontou que "a economia global não está preparado para a quarta revolução industrial". Das 140 economias avaliadas mundialmente, incríveis 103 pontuaram abaixo da metade no quesito capacidade de inovar.

"Abraçar a quarta revolução industrial se tornou um fator determinante para a competitividade", diz Klaus Schwab, fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial. "Com este relatório, propomos uma abordagem para avaliar o desempenho dos países em relação a esse novo critério. Prevejo uma nova divisão global entre países que compreendem transformações inovadoras e aqueles que não o fazem."
PV/dw/ots
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